Figura 11: Cão
sem raça
definida apresentando epífora crônica.
Nota-se uma secreção mucopurulenta
no canto medial ocular e hiperemia conjuntival.

Figura 12: Osso nasal exposto após
a dissecção romba e aguda das fibras
musculares.

Figura 13: Perfuração
do osso nasal utilizando-se uma broca pérfuro-cortante
no 3, obtendo-se um acesso à cavidade nasal
ipsilateral ao olho com epífora.

Figura 14: Dilatação
da puncta inferior e criação do túnel
de comunicação até o orifício
feito no osso nasal.

Figura 15: Medição
da sonda uretral pré-moldada antes de sua
introdução na cavidade nasal.

Figura 16: Aspecto final do procedimento
antes da síntese de tecido muscular e dérmico.
Nota-se a entrada da sonda na cavidade nasal (seta
branca) e seu ancoramento na região subconjuntival
medial (seta verde).
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